O horizonte era de um azul infindo, lindo, e eu, indo, a beber todo ele, nem percebi quando cruzei a linha de chegada. (José Maria Alves Nunes)
domingo, 29 de janeiro de 2012
Vamos comer poesia para arrotar menos arrogância
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Meu silêncio (José Maria Alves Nunes)
O silencio que faço
é de puro espanto,
de desencanto,
e enorme desapontamento.
Sabe esse descompasso,
hora a pressa,
hora essa angustiante lentidão?
é de tristeza, incredulidade,
e decepção.
Desprezo Que um dia, meu corpo inerte, sob a lápide fria,
seja banquete de vermes,
os legítimos.
Enquanto vivo,
dispenso aos pretensos,
meu desprezo.